América Latina Magazine
All Editorial

Uma jornada ao primeiro museu dedicado à arte belizenha

Cyle Warner e as transformações das arquiteturas vernaculares caribenhas ao longo do tempo

A ficção científica de amor indígena sobre a crise climática e o poder da linguagem: Itu Ninu

O poder da fabulação no cinema negro de Zózimo Bulbul

A Fundação Bienal de São Paulo anuncia a equipe curatorial da 37ª edição

61ª Bienal de Veneza: Pavilhões Nacionais

61ª Bienal de Veneza: Arsenale e Giardini

Iahra: Abordando questões de ecologia marinha através de materialidades industriais

A convergência das vidas africanas e indianas nas pinturas de Kelly Sinnapah Mary

Oscar Murillo: Osmose coletiva

Transformando as memórias da violência estatal por meio da justiça poética

Seed Archives: Celebrando o design e as culturas africanas e caribenhas em Londres

Sugar Island: um filme que revela os legados coloniais entre o Haiti e a República Dominicana

A representação dos desejos comunitários na obra de Jeff Cán Xicay

O Pavilhão das Bahamas volta à 61ª Bienal de Veneza após um hiato de treze anos

Manuel Tzoc: a arte como poesia corporal e relacional

Artista peruano Antonio Paucar vence a 11ª edição do Prêmio Artes Mundi

Daniela Ortiz: Arte como prática de solidariedade internacional

Três artistas que redefinem a relação humano-planta na Martinica e em Guadalupe

Histórias da ecologia

Destaques da C&AL em 2025 que você pode ter perdido

Retrospectiva 2025

Yina Jiménez Suriel e Raphael Fonseca são os diretores artísticos da Bienal Sequences da Islândia

MAM São Paulo anuncia Diane Lima como curadora do 39º Panorama da Arte Brasileira

Artistas forjam laços ecológicos na fugitividade e quilombagem femininas

Sons do Caribe: o rádio e suas possibilidades de conexão

Retificando a ausência da América Latina nos debates sobre arte afrodiaspórica

Macuxi Jaider Esbell: Uma vida indígena levada pelo extrativismo epistêmico

Ordem das Novas Artes inaugura um novo espaço cultural nos Estados Unidos

Paris Noir: Surrealismo, Abstração e Figuração Pan-Africana

Comigo ninguém pode é a exposição que representará o Brasil na Bienal de Arte de Veneza de 2026

Apresentação da C& Cyclopedia

Irmandade Vilanismo: introduzindo a poesia da periferia na Bienal

Esperanza de León: curadorias baseadas em saberes comunitários

2ª Bienal das Amazônias

Livraria Ireti, Havana, Cuba

Atriz, ativista e referência no chamado Craftivism — intersecção entre arte têxtil e ativismo político —, Eva transforma tecidos em territórios de memória e denúncia. Suas obras abordam com sensibilidade e força temas como território, nacionalidade, racismo, violência policial e a condição da mulher negra, fazendo do bordado um instrumento de elaboração subjetiva.

A k u z u r u: Arte, pós-humanismo e cura

Não está à venda: Como artistas Negres e Indígenas estão reescrevendo as regras do mercado de arte

Maksaens Denis: Glitch e representação no Caribe

Sou monumental: o poder das raízes africanas

Memórias de alagamento

O entrelaçamento entre migração, povos originários e colonialismo

Raízes: Começo, Meio e Começo

Fundação Bienal de São Paulo anuncia lista de artistas de sua 36ª edição

As tecnologias espirituais do marronismo jamaicano

Electric Dub Station: o retorno do amanhã

Afetos em correnteza: a geografia sensível de Laryssa Machada

Jesús Hilário-Reyes: Dissolvendo noções de grupo e indivíduo

Veronica Ryan: Objetos indisciplinados

As histórias asiáticas esquecidas da América Latina

Raízes e renascimento: mulheres dominicanas na arte

A dualidade como convite à multiplicidade

As Temporalidades Sobrepostas de Cabo Verde Emergem na Obra de César Schofield Cardoso

O que está por trás dos movimentos decoloniais no Brasil?

MASP inaugura novo edifício

MASF: um museu de arte que conecta território e comunidades

Histórias da Diversidade LGBTQIA+

Biophillick: conectando ancestralidades através de tecnologias

As viagens ancestrais de Gladys Kalichini e Maritea Dæhlin

Ana Pi: Conhecimento não desaparece

Parte da Sala de Vídeo no MASP, o filme Para ver as meninas e nada mais nos braços (2024) cria um espaço de celebração e resistência, desafiando limites religiosos e coloniais do cinema. Num quarto barroco e futurista, personagens travestis dançam, profetizam e celebram vidas marginalizadas, apontando para um futuro de liberdade coletiva.

Oficina de Escrita Crítica C& x NAM

Imaginar perversamente com a arte de Madeline Jiménez Santil

Um chamado à história

Destaques da C&AL em 2024 que você pode ter perdido

Um novo despertar afro-indígena: o ano em revista

A musicalidade caribenha na obra de Valerie Brathwaite

Uma Bienal que relaciona o som com o espaço e corpos

Box da Coleção C&

Tessa Mars liga a experiência migratória à espiritualidade haitiana

Bienal do Mercosul anuncia artistas e espaços da sua próxima edição

A arte do traduzir e vice-versa

Navegando escassez, raça e religião na fotografia cubana

Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática

Anaïs Cheleux: Conectando a Identidade Caribenha por meio da Fotografia e Performance

Reconfigurando Arquivos Afro-Indígenas com Julianny Ariza Vólquez

A memória Afro-Indígena na obra de Maria Lira Marques

C& Artists’ Edition #5 Zohra Opoku

Amanda Carneiro: Curadorias que operam fora dos sistemas dominantes

Poesia: Ruth Ige

Guido Llinás: a incrível história de um artista afro-cubano em Paris

Mãos: 35 anos da Mão Afro-Brasileira

Sofía Salazar Rosales: uma jornada poética pelo material

Arte e identidade no Caribe

Carnaval, corpo e território

Em sua obra, Samboni revisita a tradição fotográfica e a identidade em contextos reais e fictícios, refletindo sobre a relação entre usuários e personagens em videogames. Sua pintura busca compensar a imaterialidade digital com a materialidade física, espelhando preocupações sociais e culturais como protestos e dinâmicas de poder.

Introdução ao manual do empregado

Ismael David e os fundamentos de Exu

Bienal das Amazônias: um retrato de uma região complexa

Fidel Ernesto: transitando entre o digital e o físico

Paul-Aimé William: afrofeminismo e curadoria na Guiana Abya Yala

Keila Sankofa: ficcionalizando sobre as lacunas do passado

Encruzilhadas da Arte Afro-Brasileira

Fundação Bienal de São Paulo anuncia a equipe conceitual da 36ª Bienal de São Paulo




