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Reimagining the Colombian Pacific

Christian Velásquez, Demência agrícola, 2019.

Reimaginar o pacífico colombiano

A exposiçãoManglaria: raízes e fixações busca abrir um diálogo entre 25 artistas, dentre eles um coletivo, com o intuito de explorar os vínculos com o sagrado e o ritualístico, o arquivo, a memória, a identidade, a representação afro, indígena e mestiça na Colômbia. A partir da fotografia, vídeo-instalação, escultura, arte figurativa, sonora e performance se entrelaçam propostas que questionam os estereótipos, os vazios e as contradições na base das narrativas de um país racista.

A mostra é fruto da sementeira de Litoralidades, um grupo de pesquisa-criação liderado pelos artistas colombianos Fabio Melecio Palacios e Henry Salazar, que fizeram a curadoria, seleção de obras e expografia da exposição, que ocorre em um local não convencional, a Casa Obeso Mejía, do Museu La Tertulia, em Cali. Neste espaço, o visitante pode dialogar com o passado da casa, já que podem-se ver as obras na cozinha, no banheiro, nos quartos e nos jardins. Abre-se, assim, uma conversa inquietante e necessária que, a partir das artes plásticas e visuais, questionam as formas de enunciação do território do litoral pacífico.

O título da exposição, “Manglaria”, é uma alusão a um espaço simbólico específico da geografia do pacífico colombiano, em que se entrelaçam uma pluralidade de vertentes e caminhos artísticos para falar do presente, do passado e do futuro do complexo universo criativo da região e sua relação com questões políticas e sociais.

Manglaria: raízes e fixações: 15 de agosto – 13 de setembro na Casa Obeso Mejía, Avenida 4 Oeste No. 4-59, Cali, Colômbia. De terça a sábado de 10h às 19h, aos domingos de 14h às 18h.

Fotos e texto de Ana Luisa González.

Carmenza Banguera, Etnomercantilismo #1, 2015.

Carmenza Banguera, Etnomercantilismo #1, 2015.

Jordan Ramírez, Llamado del perdón en R menor sostenido, 2018.

Jordan Ramírez, Llamado del perdón en R menor sostenido, 2018.

Vista general, Juan Durán, Fósiles tecnológicos, 2019.

Vista general, Juan Durán, Fósiles tecnológicos, 2019.

Angie Montenegro, Ligero declive de lo cotidiano, 2019.

Angie Montenegro, Ligero declive de lo cotidiano, 2019.

Vista general, Edgar Álvarez, Temas y temas, 1977 y Margarita Ariza, Archivo Blanco Porcelana.

Vista general, Edgar Álvarez, Temas y temas, 1977 y Margarita Ariza, Archivo Blanco Porcelana.

Andrea Payán, Piel canela, 2019.

Andrea Payán, Piel canela, 2019.

Ximena Vásquez, Anase 2016-2018.

Ximena Vásquez, Anase 2016-2018.

A road passes under a natural rock arch into a desert landscape with distant mesas under a cloudy sky.

Several Eternities in a Day: Form in the Age of Living Materials

An art gallery scene with a dense foreground installation of knives partially wrapped in white fabric, suspended before a bright red wall with other artworks, including a painting of a face.

61ª Bienal de Veneza: Pavilhões Nacionais

A vibrant arrangement on a woven mat with a yellow flame held by pink hands, two painted eye-rocks, and everyday items like toothbrushes and fly swatters.

61ª Bienal de Veneza: Arsenale e Giardini

Abstract painting with thick, textured brushstrokes in shades of blue, pink, and green.

Oscar Murillo: Osmose coletiva

A vertical garden wall filled with lush ferns, horizontal lights, a red glowing column, and a white decorative column.

Frestas – Trienal de Artes

BienalBrasil
A vibrant, stylized circular painting showing concentric rings of life: fish in blue water, then lush plants and trees with diverse animals, all framed by a rainbow and a starry cosmos.

Histórias da ecologia

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