Moderno para quem? Indígenas e populares na institucionalização da cultura

15 Abril 2025
Cierra: 22 mayo 2025
O modernismo no Brasil foi marcado por um aparente desejo de abertura e valorização das expressões populares e indígenas. Mas até que ponto essa inclusão foi genuína? E quem realmente teve voz nesse processo?
Neste curso, ministrado por Fernanda Pitta, vamos investigar como a arte moderna no Brasil incorporou manifestações populares e indígenas por meio de exposições, cursos e atividades em museus recém-criados. A partir de estudos de caso, o curso visa refletir sobre esse processo de inserção que, se tem um caráter progressista ao instar o reconhecimento a valorização dessas manifestações artísticas, o faz sem o protagonismo de seus agentes.
Inspirados pelo conceito de “universalismo estratégico”, formulado por Kaira Cabañas, refletiremos sobre como essa apropriação serviu à construção de uma noção de arte nacional e da “originalidade brasileira”, muitas vezes promovendo invisibilizações e violências epistêmicas. Hoje, mais do que nunca, discutir esse passado é essencial para que a reparação e o protagonismo indígena se afirmem como direitos incontornáveis.
Moderno para quem? Indígenas e populares na institucionalização da cultura
De 22 de maio a 10 de junho
às quintas-feiras, das 19h às 20h30
online
Mais informações e inscrições aqui.
Más artículos de
2nd “< Interrupted = “Cyfem and Queer >” symposium
13 abr 2019
2026 – 2027 Residency Cycle
1 sept 2026–30 jun 2027
20ª edição do Arte Laguna Prize
1 nov–30 nov 2026
Arte Laguna Prize 2026
6 nov–29 nov 2026





