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Célia Tupinambá e Igi Ayedun são contempladas na Bolsa de Fotografia ZUM/IMS

Célia Tupinambá e Igi Ayedun são contempladas na Bolsa de Fotografia ZUM/IMS

Montagem com retratos de Célia Tupinambá (crédito: divulgação ) e Igi Ayedun (crédito da imagem: Wallace Domingues).

23 August 2022

Magazine América Latina

2 min read

10ª edição da Bolsa de Fotografia ZUM/IMS seleciona os projetos <em>Nós somos pássaros que andam</em> e <em>Eclosão de um sonho, uma fantasia</em>.

O Instituto Moreira Salles anunciou os dois projetos vencedores da 10ª edição da Bolsa de Fotografia ZUM/IMS: Nós somos pássaros que andam, de Célia Tupinambá, e Eclosão de um sonho, uma fantasia, de Igi Ayedun. O objetivo da premiação é fomentar a produção de artistas em fotografia e vídeo.

Os projetos foram selecionados por uma comissão julgadora que avaliou cerca de 400 candidaturas de todas as partes do país, enviadas entre junho e julho em uma chamada pública. O júri deste ano foi formado pela artistaSallisa Rosa, pela pesquisadora Claudia Calirman, por Thyago Nogueira, coordenador da área de Fotografia Contemporânea do IMS, por Renata Bittencourt, coordenadora de Educação do IMS, e por Ângelo Manjabosco, pesquisador do IMS.

Célia e Igi receberão bolsas de R$ 65 mil, cada uma, e desenvolverão seus projetos durante oito meses, orientadas pela área de Fotografia Contemporânea do Instituto Moreira Salles. O resultado final dos projetos será incorporado à Coleção de Fotografia Contemporânea do IMS, ao lado de artistas vencedores da Bolsa ZUM em anos anteriores.

No projeto Eclosão de um sonho, uma fantasia, a artista multimídia Igi Ayedun (1990, São Paulo, SP), pretende criar um modo de visualizar imagens produzidas diretamente pelo cérebro, sem auxílio de câmeras fotográficas. As imagens serão geradas por algoritmos programados para interpretar eletroencefalogramas da artista, que organizará uma performance para a produção do material. Combinando pós-fotografia e hibridismo humano, o trabalho dará origem a fotografias, vídeos e NFTs.

No projeto Nós somos pássaros que andam, a artista e professora Glicéria Tupinambá (1982, Terra Indígena Tupinambá de Olivença, Bahia), também conhecida como Célia Tupinambá, narrará em vídeos sua saga para recuperar materialmente e culturalmente a tradição dos mantos de seu povo, usando seus próprios sonhos para reviver um novo manto tupinambá. O trabalho será realizado na Terra Indígena Tupinambá, no sul da Bahia, e nos museus europeus que hoje guardam os únicos exemplares disponíveis desses mantos sagrados. O resultado será uma instalação em 3 canais, filmada com apoio da cineasta Mariana Lacerda e da jornalista Patrícia Cornils.

revistazum.com.br

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